Vivemos em uma época marcada por fragmentação: fragmentação do indivíduo, de relacionamentos, da família, da comunidade e da própria experiência de fé. Nunca se falou tanto em pertencimento, inclusão e comunhão e, paradoxalmente, nunca estivemos tão divididos.
Falar de unidade hoje é assumir que a crise da igreja não se resolve apenas com melhores estruturas, discursos mais equilibrados ou estratégias mais eficientes. Ela exige algo mais profundo: cura do coração dividido, integração do ser, maturidade relacional. A unidade que o evangelho propõe não começa no coletivo; ela nasce no íntimo e se expressa no corpo.
