A doutrina, por mais significativa que seja, é incapaz de nos levar para junto do Pai de forma relacional. A linguagem sistemática é inadequada quando procura falar sobre uma relação de amor. Como resultado de uma ênfase exagerada na sistemática, ficamos "inchados" ao invés de "edificados".
Na história da Igreja, a ideia de Deus como Pai perdeu sua aplicação pessoal e ficou relegada ao conceito de um Deus como um governante cosmológico, em vez de um Pai pessoal que cuida de cada aspecto da vida dos filhos. Ele é tanto um quanto o outro, mas nosso problema é que estamos tentando redescobrir o Pai pessoal. A doutrina de paternidade nos foi transmitida, mas o espírito interior, tão necessário para que a paternidade autêntica opere de forma prática, foi essencialmente perdido.
